Reféns do sequestro de um ônibusna Ponte Rio-Niterói conseguiram fotografar o sequestrador e a gasolina com a qual ele ameaçava incendiar o veículo. O sequestro durou cerca de três horas e meia na manhã desta terça-feira (20). Às 9h02, o criminoso foi baleado e morto por um atirador de elite do Batalhão de Operações Especiais (Bope).









Sequestrador de ônibus na Ponte Rio-Niterói — Foto: Arquivo pessoal

Sequestrador de ônibus na Ponte Rio-Niterói — Foto: Arquivo pessoal









Gasolina dentro de ônibus sequestrado na Ponte Rio-Niterói — Foto: Arquivo pessoal

Gasolina dentro de ônibus sequestrado na Ponte Rio-Niterói — Foto: Arquivo pessoal









Imagem de dentro do ônibus sequestrado na Ponte Rio-Niterói — Foto: Arquivo pessoal

Imagem de dentro do ônibus sequestrado na Ponte Rio-Niterói — Foto: Arquivo pessoal









Sequestrador de ônibus na Ponte Rio-Niterói — Foto: Arquivo pessoal

Sequestrador de ônibus na Ponte Rio-Niterói — Foto: Arquivo pessoal







Como ocorreu o sequestro





Um homem aparentemente armado entrou por volta de 5h30 num ônibus da linha Jardim de Alcântara (São Gonçalo) - Estácio (Centro do Rio). Às 6h, ele ameaçou por fogo no veículo, que tinha 36 passageiros e o motorista.





Seis reféns — 4 mulheres e 2 homens — foram liberados até por volta das 8h30. No momento em que o sequestrador foi baleado, a PM estimava que 31 pessoas ainda estavam dentro do coletivo. Nenhum refém se feriu. O criminoso ainda não foi identificado.





trânsito foi bloqueado nos dois sentidos da ponte. Às 8h30, o Rio registrava 81 km de congestionamento. De acordo com informações da Nittrans, o trânsito estava completamente parado em todos os acessos à ponte: Avenida do Contorno, Alameda São Boaventura, Avenida Jansen de Melo e Avenida Feliciano Sodré.





Não se sabe o que motivou a ação do criminoso. A PM disse que ele usava uma arma falsa.









Sequestrador desce do ônibus armado e mostra o rosto — Foto: Reprodução/GloboNews

Sequestrador desce do ônibus armado e mostra o rosto — Foto: Reprodução/GloboNews


*G1




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