Americano e professor estão entre vítimas do ataque com faca em parque da Inglaterra


Duas das três vítimas do ataque terrorista no parque Forbury Gardens em Reading, cidade ao sul da Inglaterra, ocorrido no sábado (20) foram identificadas: um era americano e o outro, professor.






Joe Ritchie-Bennett, de 39 anos, era da Filadélfia, mas morava no Reino Unido havia 15 anos. O pai, Robert Ritchie, afirmou para a rede americana CBS que o filho era “brilhante e amoroso”.





Ritchie disse ao jornal “Philadelphia Inquirer” que seu filho deixou um escritório de advocacia em Londres para trabalhar em uma empresa farmacêutica holandesa com sede britânica em Reading.





O professor James Furlong, de 36 anos, era responsável pelo departamento de história, governo e política da The Holt School, em Wokingham.





Os pais de Furlong, Janet e Gary, disseram ele era "bonito, inteligente, honesto e divertido". "Ele era o melhor filho, irmão, tio e parceiro que você poderia desejar. Somos gratos pelas lembranças que ele nos deixa. Nunca o esqueceremos e ele viverá em nossos corações para sempre", afirmou.






Minuto de silêncio





Diante das grades do parque que foi cenário do ataque no sábado, os moradores de Reading depositaram flores para homenagear as vítimas.





Na manhã desta segunda-feira, a cidade de 200 mil habitantes, que fica 60 km de Londres, fez um minuto de silêncio. A ministra do Interior, Priti Patel, estava presente.






Ataque





Testemunhas disseram que um homem atacou vários grupos reunidos no parque Forbury Gardens, que aproveitam a tarde ensolarada após semanas de confinamento. Além das três pessoas que morreram, outras três ficaram gravemente feridas. Logo depois do atentado, um homem de 25 anos foi preso. A polícia acredita que ele agiu sozinho e, por enquanto, não busca eventuais cúmplices.





Os jornais britânicos afirmam que o suspeito é um refugiado líbio conhecido pelo serviço de Inteligência interno (MI5) desde 2019 por seu desejo de se unir a um grupo extremista no exterior, porém nenhum risco iminente foi apontado.






O jornal "The Telegraph" afirma que o líbio foi liberado da prisão em junho, após uma condenação por delitos menores, sem vínculo com o terrorismo. Além disso, ele sofreria de importantes problemas de saúde mental.


*G1





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