Pesquisa Datafolha publicada no site do jornal “Folha de S.Paulo” nesta quarta-feira (4) aponta que 70% dos entrevistados dizem que o presidente Jair Bolsonaro não age bem ao indicar seu filho, o deputado Eduardo Bolsonaro (PSL-SP), para o cargo de embaixador do Brasil nos Estados Unidos. Segundo o levantamento, 23% aprovam a intenção do presidente.






O instituto perguntou: Bolsonaro está agindo bem ou mal ao indicar seu filho Eduardo para a embaixada dos EUA?






  • Está agindo bem: 23%

  • Está agindo mal: 70%

  • Não está agindo bem nem mal: 1%

  • Não sabe: 5%




A pesquisa foi feita entre os dias 29 e 30 de agosto e ouviu 2.878 pessoas em 175 municípios de todo o país. A margem de erro da pesquisa é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, dentro do nível de confiança de 95%.






Veja os recortes da pesquisa:





Para homens






  • Está agindo bem: 26%

  • Está agindo mal: 70%

  • Não está agindo bem nem mal: 1%

  • Não sabe: 3%




Para mulheres






  • Está agindo bem: 22%

  • Está agindo mal: 71%

  • Não está agindo bem nem mal: 2%

  • Não sabe: 6%




Idade





16 a 24 anos






  • Está agindo bem: 20%

  • Está agindo mal: 74%

  • Não está agindo bem nem mal: 1%

  • Não sabe: 4%




25 a 34 anos






  • Está agindo bem: 23%

  • Está agindo mal: 72%

  • Não está agindo bem nem mal: 2%

  • Não sabe: 4%




35 a 44 anos






  • Está agindo bem: 25%

  • Está agindo mal: 70%

  • Não está agindo bem nem mal: 1%

  • Não sabe: 4%




45 a 59 anos






  • Está agindo bem: 24%

  • Está agindo mal: 71%

  • Não está agindo bem nem mal: 1%

  • Não sabe: 4%




60 anos ou mais






  • Está agindo bem: 26%

  • Está agindo mal: 65%

  • Não está agindo bem nem mal: 2%

  • Não sabe: 7%




Por escolaridade





Fundamental






  • Está agindo bem: 25%

  • Está agindo mal: 66%

  • Não está agindo bem nem mal: 1%

  • Não sabe: 7%




Médio






  • Está agindo bem: 24%

  • Está agindo mal: 71%

  • Não está agindo bem nem mal: 1%

  • Não sabe: 4%




Superior






  • Está agindo bem: 21%

  • Está agindo mal: 76%

  • Não está agindo bem nem mal: 2%

  • Não sabe: 2%




Renda





Até 2 salários






  • Está agindo bem: 23%

  • Está agindo mal: 70%

  • Não está agindo bem nem mal: 1%

  • Não sabe: 6%




Mais de 2 a 5 salários






  • Está agindo bem: 23%

  • Está agindo mal: 73%

  • Não está agindo bem nem mal: 1%

  • Não sabe: 3%




Mais de 5 a 10 salários






  • Está agindo bem: 28%

  • Está agindo mal: 67%

  • Não está agindo bem nem mal: 3%

  • Não sabe: 3%




Mais de 10 salários






  • Está agindo bem: 23%

  • Está agindo mal: 74%

  • Não está agindo bem nem mal: 1%

  • Não sabe: 2%




Religião





Católica






  • Está agindo bem: 20%

  • Está agindo mal: 74%

  • Não está agindo bem nem mal: 1%

  • Não sabe: 5%




Evangélica






  • Está agindo bem: 32%

  • Está agindo mal: 61%

  • Não está agindo bem nem mal: 2%

  • Não sabe: 5%




Espírita, kardecista, espiritualista






  • Está agindo bem: 18%

  • Está agindo mal: 80%

  • Não está agindo bem nem mal: 0%

  • Não sabe: 2%




Sem religião/ agnóstico






  • Está agindo bem: 16%

  • Está agindo mal: 78%

  • Não está agindo bem nem mal: 1%

  • Não sabe: 5%




Ateu






  • Está agindo bem: 5%

  • Está agindo mal: 95%

  • Não está agindo bem nem mal: 0%

  • Não sabe: 0%




Regiões





Nordeste






  • Está agindo bem: 18%

  • Está agindo mal: 76%

  • Não está agindo bem nem mal: 1%

  • Não sabe: 5%




Sudeste






  • Está agindo bem: 24%

  • Está agindo mal: 71%

  • Não está agindo bem nem mal: 1%

  • Não sabe: 4%




Sul






  • Está agindo bem: 26%

  • Está agindo mal: 65%

  • Não está agindo bem nem mal: 2%

  • Não sabe: 7%




Centro-Oeste






  • Está agindo bem: 32%

  • Está agindo mal: 65%

  • Não está agindo bem nem mal: 1%

  • Não sabe: 3%




Norte






  • Está agindo bem: 26%

  • Está agindo mal: 65%

  • Não está agindo bem nem mal: 2%

  • Não sabe: 7%





A intenção de indicar Eduardo para o cargo em Washington foi anunciada em julho, mas não foi oficializada. O processo depende de aprovação do Senado: primeiro pela Comissão de Relações Exteriores e depois pelo plenário da casa.


*G1





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